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Desvendando os mitos da anestesia

Quando o pet vai se submeter a uma cirurgia, as dúvidas dos donos sobre a anestesia são inevitáveis. Por que esse procedimento tão importante ainda causa tanto medo? Com a ciência moderna, houve grandes avanços quanto à eficácia e segurança desses medicamentos. A anestesia deve ser encarada como uma aliada, e não como algo que possa prejudicar o animalzinho. Para que tudo aconteça sem riscos, o anestesiologista é de fundamental importância. É nele que devemos confiar quando deixamos nosso pet ir para a mesa de cirurgia: “A anestesia é o estado de total ausência de dor durante uma operação, exame específico ou curativo. Nestas situações, o profissional especializado vigiará as funções dos órgãos vitais, durante todo o tempo que for necessário, providenciando para que seu organismo reaja da melhor e mais segura maneira possível”.

 

Conversar com o veterinário responsável pela anestesia faz parte do sucesso da cirurgia. É importante que o proprietário relate se o animal tem histórico de doenças respiratórias, insuficiência cardíaca ou diabetes. Quanto mais informações você der, melhor!

 

Apesar dos mitos, os acidentes ou complicações causadas por uma anestesia são cada vez mais raros. Os motivos são as novas técnicas, equipamentos e medicamentos mais modernos. Os fatores de risco, porém, existem sempre e podem não estar ligados à anestesia, e sim, às condições hospitalares e estado do paciente antes da operação. Para tentar prever algum eventual contratempo, o anestesiologista controla os sinais vitais do paciente, como níveis de consciência, pressão arterial, frequência cardíaca e até níveis de oxigênio e gás carbônico no sangue: “Na maioria das vezes, o paciente tem alta hospitalar após a completa recuperação da anestesia”.

 

Dentre as técnicas de anestesia geral, a inalatória ocupa papel de destaque: “A recuperação é ainda mais rápida em relação aos métodos tradicionais. Outra vantagem é que a única via utilizada é a respiratória, o que torna a metabolização e a eliminação do agente anestésico mais rapidamente”.

 

Para os especialistas, a idade do paciente não é um fator limitante quanto à aplicação da técnica, que é altamente recomendável para pacientes críticos.

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Fonte: https://www20.opovo.com.br/app/colunas/eobicho/2012/11/17/noticiaseobicho,2954991/desvendando-os-mitos-da-anestesia.shtml